

NAKBANo véu da noite profunda Onde ecos de tempos jazem A terra chora em silêncio Enquanto as sombras se fazem. O vento canta memórias Levando cinzas ao mar Gritos presos no infinito Que o tempo não vai calar. Raízes arrancadas choram Em terra de desespero O exílio borda caminhos Tecidos em poeira e medo E sobre os vales perdidos Onde sonha o coração Crescem flores entre ruínas Gritando pela razão Que os versos sejam faróis Nas madrugadas sem nome Cantem a dor dos errantes E a esperança que consome
Poeticus Eternus
Enviado por Poeticus Eternus em 20/05/2025
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