

SENTIDO DA VIDA (Baseado nos ensinamentos de Viktor Frankl)
Canto I – O Sofrimento e a Escolha Entre muros gelados, entre vozes caladas pelo horror, descobri que a vida ainda pulsa onde tudo parece morto. Não escolhemos a dor, não escolhemos a perda, mas sempre podemos escolher a atitude diante delas. O homem é liberdade, mesmo quando algemado. E a dignidade se afirma quando dizemos “sim” à vida mesmo diante do “não” do destino. Canto II – O Sentido que nos Sustenta A existência é pergunta, não resposta pronta. Ela nos chama ao ouvido e espera que respondamos com atos. Quem encontra um porquê, ergue-se diante de qualquer tormenta. Quem entende que o viver é missão, transforma até a lágrima em fonte de esperança. O sentido da vida não é dado, ele é criado. Na entrega, no amor, no trabalho, na coragem de olhar para o amanhã como quem semeia futuro no deserto.
Canto III – O Legado A vida não é apenas existir, é deixar marcas que não se apagam. Não na pedra, não no ferro, mas nos corações que tocamos. O legado não se mede em anos, nem em títulos ou coroas, mas em gestos que ressoam mesmo depois do nosso último silêncio. Viver é semear. E cada escolha justa, cada ato de amor, cada palavra que levanta o caído torna-se testemunho eterno. Canto IV – O Sentido Maior O homem é chamado a transcender-se. A vida aponta para além de si mesma, para algo maior, que nos pede coragem e entrega. Não somos apenas sobreviventes, somos portadores de luz. E quando aceitamos esse fardo sagrado, transformamos a dor em poesia, e a vida em testemunho. Pois o sentido último da existência é tornar-se chama, mesmo pequena, que ilumina o caminho dos que virão.
Epílogo – A Voz de Frankl Assim disse o prisioneiro que se fez mestre: “A vida nunca deixa de ter sentido, mesmo no sofrimento, mesmo na proximidade da morte. Cabe a cada um de nós responder ao chamado, e escrever, com o pouco ou muito que temos, um legado de humanidade”
Poeticus Eternus
Enviado por Poeticus Eternus em 30/09/2025
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