

SOB A MÁSCARA, O FOGO
Sob as luzes ardentes, a guitarra incendiou o ar, Ace, o cometa prateado, rasgando o som, fez o cosmos vibrar.
Tuas notas eram faíscas, explodindo no escuro do palco, um guerreiro espacial, cuja alma era som e relâmpago.
E o KISS... ah, o KISS não era apenas música — era rito, era libertação, era o grito pintado em preto e branco de uma geração.
Saltos altos, capas, fumaça, rosto mascarado e alma nua — vocês nos ensinaram que ser diferente é ser verdadeiro, que a arte é coragem e o palco, um altar inteiro.
As canções ecoavam como trovões, falavam de amor, de sonho e rebeldia; nós, jovens, nos víamos nelas, com o coração aceso pela melodia.
Ace, teu solo ainda brilha, viaja pelas constelações do tempo, e o KISS — eterno — permanece tatuado na pele da memória, como fogo, como som, como história. Poeticus Eternus
Enviado por Poeticus Eternus em 19/10/2025
Comentários
|